GDF e empresa terceirizada são condenados por ausência de intervalo para vigilantes
Trabalhadores laboravam 12 horas seguidas sem sair do posto. O contrato anual era de R$ 29 milhões contemplando 800 vigilantes
Trabalhadores laboravam 12 horas seguidas sem sair do posto. O contrato anual era de R$ 29 milhões contemplando 800 vigilantes
Recurso de Revista do Instituto é negado. 3ª Vara do Trabalho de Brasília vai julgar caso
O Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região convida para ato público pela valorização da Justiça do Trabalho no Brasil, segmento que mais sofreu com os cortes de orçamento em 2016.
Turma do Tribunal também esclareceu que multa pode ser destinada à entidade social ou ao Fundo de Amparo ao Trabalhador
Seguranças metroviários também têm direito à nomeação, caso haja terceirizados desempenhando a mesma função